Presidente Jair Bolsonaro (sem partido)
Reuters/Adriano Machado
Presidente Jair Bolsonaro (sem partido)

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta sexta-feira (11) que defendeu a cloroquina e a hidroxicloroquina após ouvir "pessoas que tinham conhecimento sobre o caso".

A existência de um suposto "gabinete paralelo", que teria assessorado Bolsonaro durante a pandemia, é um dos focos de investigação da CPI da Covid.

"Fui acometido do vírus e tomei a hidroxicloroquina. Talvez eu tenha sido o único chefe de estado que procurou um remédio para esse mal. Tinha que aparecer alguma coisa. Ouvi pessoas que tinham conhecimento sobre o caso. Mas quando eu falei que aquilo poderia ser bom, a oposição abriu uma guerra contra a gente", discursou o presidente, durante cerimônia de entregas de casas em São Mateus (ES).

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A cúpula da CPI da Covid considera que já foi demonstrada a existência do chamado "gabinete paralelo", para aconselhamento alternativo sobre saúde no Palácio do Planalto.

A ideia foi reforçada por um vídeo de uma reunião ocorrida em setembro do ano passado no Planalto , que voltou a circular na semana passada. A reunião foi organizada pelo deputado e ex-ministro Osmar Terra (MDB-RS), que foi convocado pela CPI nesta semana.

Segundo apuram os senadores, esse grupo convenceu o presidente de que seria possível tratar a doença de forma alternativa, priorizando a distribuição de medicamentos como a cloroquina e o tratamento precoce, em detrimento da compra de vacinas.

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