Marcelo Queiroga, indicado pelo presidente Jair Bolsonaro para o Ministério da Saúde
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Marcelo Queiroga, indicado pelo presidente Jair Bolsonaro para o Ministério da Saúde

A nomeação do cardiologista Marcelo Queiroga  para o Ministério da Saúde está travada por conta de um cargo que ele ocupa em uma empresa privada. O médico foi escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para substituir o general Eduardo Pazuello , mas a equipe do governo esqueceu de checar se ele tinha algum vínculo empresarial.

Anunciado no último dia 15, Queiroga só vai poder assumir a pasta após deixar a função de sócio-administrador de uma empresa chamada Cardiocenter, que presta de serviços médicos para doenças cardíacas João Pessoa, na Paraíba.

De acordo com uma lei de 1990, servidores públicos da União são proibidos de  participarem "de gerência ou administração de sociedade privada".

O currículo de Queiroga, disponível na rede social profissional LinkedIn, informa que ele é diretor do Cardiocenter e diretor técnico do Serviço de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista do Hospital Unimed João Pessoa.

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