Cardiologista e intensivista Ludhmila Hajjar, cotada para o Ministério da Saúde
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Cardiologista e intensivista Ludhmila Hajjar, cotada para o Ministério da Saúde

Sofrendo pressão popular pela gestão da pandemia e de aliados do centrão, o general Eduardo Pazuello deve deixar o Ministério da Saúde. Segundo informações do jornal O Globo,  o chefe da pasta teria pedido para deixar o cargo alegando problemas de saúde. A cardiologista e intensivista Ludhmila Hajjar é uma das mais cotadas para substituir o general.

Segundo a jornalista Andreia Sadi, a médica conta com o apoio de parlamentares de partidos como o DEM e o PP , embora ainda não tenha recebido nenhum convite oficial do governo. Ela fez parte da comissão que se reuniu com Bolsonaro para discutir a falta de eficiência da cloroquina no tratamento da Covid-19, e é defensora de medidas de distanciamento social e vacinação em massa.

Em entrevistas no ano passado, Hajjar disse que "cloroquina não é vacina" e que não existe, ainda, tratamento para a doença e que, portanto, a melhor estratégia era a intensificação das medidas de isolamento social.

Além da Saúde, aliados de Bolsonaro sugerem um "rearranjo" de ministérios. A medida teria sido influenciada pela volta do ex-presidente Lula ao tabuleiro eleitoral. Outras pastas que podem trocar de comando são a E ducação, Relações Exteriores Exteriores, Minas e Energia, Casa Civil e Secretaria de Governo.


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