Bruno Covas, prefeito de São Paulo e candidato à reeleição
Governo do Estado de São Paulo/Divulgação
Bruno Covas, prefeito de São Paulo e candidato à reeleição

Os  candidatos à Prefeitura de São Paulo se reuníram em mais um debate nesta quinta-feira (13). O prefeito Bruno Covas (PSDB) foi alvo de acusações de "sem vergonhice" e foi chamado de "Bruno férias" por Arthur do Val (Patriota).

Sobre o assunto das férias, a candidata Joice Hasselmann (PSL) disse que Covas adiantou as férias enquanto prefeito para viajar para o exterior com os amigos para "se divertir" enquanto São Paulo atravessava um período de grandes enchentes.

"Prefeito, todo trabalhador tem que trabalhar um ano para tirar férias. Com sete meses, você tirou férias e foi para a Croácia com alguns amigos se divertir. O senhor também esteve na Europa em uma viagem pessoal, enquanto São Paulo estava embaixo d'água. Pessoas morreram em enchentes".

Joice Hasselmann (PSL) disse ainda que os subprefeitos atuais ocupam um "cabidão de empregos" e são pessoas que perderam a eleição, ligados ao atual prefeito. "Mal conhecem o bairro".

Guilherme Boulos (PSOL) também foi alvo de críticas. Arthur do Val (Patriota) alegou que o eleitorado de Boulos "é o mais rico, que conhece a periferia do programa da Regina Casé". 

Vacinação na pandemia.

Em outra altura do debate, Bruno Covas (PSDB) comentou sobre a postura que teria diante de uma eventual vacina contra o novo coronavírus. 

"Enquanto eu for prefeito de São Paulo, quem determina essa questão [da obrigatoriedade da vacina] é a área da Saúde. Temos um Sistema Nacional de Vigilância Sanitária que funciona há anos no país. A ciência que vai determinar quem vai ser vacinado primeiro".

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