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Bolsonaro


Após reportagem do último domingo publicada no jornal Folha de S.Paulo, que apontou para movimentações atípicas, rotatividade salarial e trocas constantes de assessores no gabinete do então deputado federal (1991-2018) Jair Bolsonaro (sem partido), políticos da oposição afirmaram nas redes sociais que este processo configura o crime de " rachadinha " e devem entrar com ação na Justiça para pedir investigação.


Radolfe Rodrigues (Rede-AP), líder da oposição no senado, afirmou no Twitter que vai pedir investigação. "Estamos acionando o Ministério Público Federal para investigar esse 'vaivém' no gabinete de Bolsonaro: movimentações atípicas de servidores que indicam provável prática de RACHADINHA no gabinete do então deputado Jair Bolsonaro. Deve responder à justiça e ao país! ", escreveu.

Uma das possíveis práticas revelada por documentos obtido pelo reportagem aponta que o atual presidente teria exonerado funcionários e recontrado no mesmo dia com o intuito de repartir o dinheiro obtido na recisão dos contratos. A prática foi proibida pela Câmara dos Deputados por ser lesiva aos cofres públicos.

O deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ) também se posicionou nas redes e disse que as movimentações suspeitas "mostram que as rachadinhas não são um esquema de Flávio, mas da família. Nove assessores do 01 que estão sendo investigados eram lotados no gabinete de Jair na Câmara".

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