Alexandre de Moraes
Marcelo CamargoAgência Brasil
"Onde está aqui a liberdade de expressão?", questionou Moraes.

"Que estuprem e matem as filhas dos ordinários ministros do Supremo", essa frase, escrita por uma advogada do Rio Grande do Sul, foi lida nesta quarta-feira (17) pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, durante seu  voto a favor da manutenção do inquérito da corte que investiga ataques e fake news direcionadas ao STF.

Leia também:

"Em nenhum lugar do mundo isso é liberdade de expressão. Isso bandidagem, isso é criminalidade, postagem realizada por uma advogada do Rio Grande do Sul incitando o estupro, a violência sexual contra filhas de ministros do STF", defendeu Alexandre de Moraes .

A pessoa que fez a frase lida por Moraes, segundo um procurador do Ministério Público lhe informou, foi denunciada .

"Eu peço redobrada atenção para algumas frases duras que vou ler, de algumas agressões e ofensas feitas aos ministros do STF para que se pare de uma vez por todas de se fazer confusões de críticas, por mais ácidas que sejam, que devem existir e continuar, com agressões, ameaças e coações", afirmou Moraes, antes de começar a ler ofensas contra a corte.

Moraes continuou a leitura dos ataques , feitos pela internet: "quanto custa atirar a queima-roupa nas costas de cada ministro filho da puta do STF que queira acabar com a prisão da segunda instância. Se acabarem com a prisão em segunda instância, só nos resta jogar combustível e tocar fogo no plenário do STF com ministros barbis dentro".

"Onde está aqui a liberdade de expressão ?", questionou Moraes.

"Já temos em poder armas e munição de grosso calibre, esconda seus filhos e parentes bem escondidos na Europa, por que aqui não vai ter onde se esconder. O inferno vai cair sobre sua cabeça. Faremos um tribunal em praça pública com direito a fuzilamento e todos os parasitas e vagabundos estatais", leu mais uma ofensa.

Confira a fala de Moraes :


    Veja Também

      Mostrar mais