homem de terno e gravata falando em microfone
Alex Ferreira / Câmara dos Deputados
Jilmar Tatto

A influência dos irmãos de Jilmar Tatto, pré-candidato do Partido dos Trabalhadores à prefeitura de São Paulo, em comunidades da capital pode ser um ponto positivo para as eleições de 2020. Um levantamento publicado pelo jornal Folha de S.Paulo na manhã desta segunda-feira (25), mostra que pelo menos oito líderes e pessoas atuantes em associações comunitárias foram identificadas como funcionários de gabinetes do PT.

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A “família tatto” é formada por dez irmãos, cinco deles com mandatos eletivos pelo Partido dos Trabalhadores. Além de Jilmar, que é pré-candidato à prefeitura, Arselino (vereador), Jair (vereador), Enio (deputado estadual) e Nilto (deputado Federal) formam o “clã” político que atua majoritariamente na região da Capela do Socorro.

A reportagem, dos jornalistas Fábio Zanini e Carolina Linhares, detectou que o líder comunitário da Capela do Socorro, Robson de Oliveira, exerce um cargo de assessor no gabinete do pré-candidato do PT e recebe um salário bruto de R$4,1 mil a ser cumprido a cerca de 25 km de onde mora.

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Robson garantiu que consegue dividir bem as funções e que, apesar de manter a associação na qual trabalha neutra, ele indica que moradores votem no partido, que, segundo ele, é o único que “não aparece só em ano de eleição”.

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Além de Robson, a reportagem também identificou que Claudislei Barbosa de Oliveira, membro da Associação dos Moradores do Jardim Miriam e Marcos Rogerio Lerois, tesoureiro da Sociedade Amiga e Esportiva do Jardim Copacabana, têm cargos na primeira-secretaria da Alesp e no gabinete de Enio. 

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