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José Dias/PR
Onyx manifestou preocupação com a retomada da economia após o fim da pandemia

O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, defendeu em entrevista coletiva nesta sexta-feira a posição do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de que as medidas de isolamento social adotadas para o combate à Covid-19 não prejudiquem a economia e disse que "fome e miséria matam historicamente mais que qualquer epidemia".

Segundo Lorenzoni, "o presidente vem sendo agredido porque ousou preocupar-se com todos". "Parece que só poderia se olhar em uma direção", completou.

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Durante a entrevista o ministro falou sobre o pagamento da segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 600 a informais. Segundo o governo federal, a previsão é que sejam pagos mais de R$ 120 bilhões ao longo de três meses como forma de ajuda às famílias que precisaram parar de trabalhar durante o período mais crítico da pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2).

Ainda de acordo com Lorenzoni, Bolsonaro deu à área da saúde condições para que o Sistema Único de Saúde (SUS) se fortalecesse, além de ter dado apoio a governadores e prefeitos.

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O ministro da Cidadania afirmou ainda que é uma questão de "justiça" pedir honestidade intelectual no debate sobre os impactos econômicos da pandemia. Ao defender a abertura, o ministro argumentou que o Brasil, segundo ele, é um dos países com menor número de óbitos por milhão de habitantes.

De acordo com informações divulgadas hoje pelo Ministério da Saúde, o Brasil chegou a 14,8 mil mortes pela Covid-19 . Os casos confirmados da doença já somem mais de 218 mil.

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