Bolsonaro
Isac Nóbrega/PR
Presidente Jair Messias Bolsonaro

Nesta segunda-feira (30), ao sair do Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar as medidas de isolamento praticadas no Brasil. Mesmo sem apresentar dados, afirmou que o confinamento pode causar "casos de depressão, suicídios e mais mortes".

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"Se o emprego continuar sendo destruído da forma como está sendo, mortes virão. Outras, por outros motivos. Depressão, suicídio, questões psiquiátricas", afirmou Bolsonaro.

Segundo ele, a questão do desemprego precisa ser levada a sério, assim como o vírus: "O pai que chega ou está em casa, o filho pede um prato de comida e não tem. Ele, que tem vergonha na cara, começa a se julgar responsável pelo que está acontecendo. E vai à luta. Até um animal vai à luta para trazer o sustento para os seus filhos. O ser humano não é diferente".

"Quando a situação vai para o caos, como desemprego em massa, fome, problemas sociais, é um terreno fértil para os aproveitadores buscarem uma maneira de chegar ao poder e não mais sair dele", continou o presidente.

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Na sequência, Bolsonaro voltou a criticar o trabalho da imprensa, afirmando que talvez ele seja o problema do país: "se eu sair e entrar o Haddad, ou outro qualquer, está resolvido".

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