homem com microfone
Aloisio Mauricio/Fotoarena/Agência O Globo
Bruno Covas, prefeito de São Paulo

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, continua com câncer . A biopsia realizada na semana passada apontou que gânglios aumentados na região do pâncreas seguem com células cancerígenas. O resultado foi divulgado nesta quinta-feira. O prefeito já iniciou a segunda fase do tratamento que será imunoterapia.

"A quimioterapia foi extremamente eficaz mas não suficiente. A biopsia deu positiva para o diagnóstico do tumor", disse o infectologista David Uip. Segundo a equipe médica, uma cirurgia foi afastada neste momento. Covas deverá passar por nova reavaliação daqui dois a três meses.

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Na semana passada, os médicos disseram que o tumor primário na região do estômago e a metástase no fígado não estavam mais visíveis nos exames de imagem. Mas era precipitado dizer naquele momento que o câncer havia desaparecido. Por isso foi feita a biopsia em linfonodos que apresentavam tamanho aumentado.

Covas recebeu o diagnóstico de câncer em outubro passado. Até fevereiro ele foi submetido a oito sessões de quimioterapia. Agora a imunoterapia será aplicada a cada três semanas. São doses de medicamentos menos agressivas do que a quimioterapia.

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Não há prazo para término das aplicações e o prefeito não precisará ficar internado para fazer o tratamento como ocorreu com a quimioterapia.

A imunoterapia é um procedimento recente na medicina para o tratamento de câncer, segundo destacou a equipe médica. Menos agressiva, ela permitirá ao prefeito retomar aos poucos atividades públicas.

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Na última semana Covas sentiu mais intensamente efeitos adversos decorrentes da quimioterapia como falta de apetite, formigamento das mãos e pés e alterações na pele.

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