Weintraub
Geraldo Magela/Agência Senado
Ministro criticou a nota divulgada e relacionou jornalista com o personagem "Pinóquio"

Na noite desta terça-feira (25), a divulgação de informações de que Bolsonaro estaria distribuindo um vídeo via WhatsApp com uma  convocação para um ato no dia 15 de março contra o Congresso motivou diversos ataques de apoiadores do governo. Nas redes sociais, nomes como Abraham Weintraub, ministro da Educação, e Alê Silva, deputada federal do PSL-MG, saíram em defesa do presidente e atacaram a jornalista.

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Em postagem, Weintraub utilizou a figura do personagem Pinóquio da Disney, que via o nariz aumentar de tamanho toda vez que contava uma mentira, para dizer que a divulgação feita por Vera Magalhães, do site BrPolítico, se tratava de uma "fake news".

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"Lançamento para o mercado brasileiro: Playmobil Pinóquio!", escreveu o ministro. Logo depois, postou uma imagem da nota original, escrita pela jornalista, para confirmar que estava associando o personagem ao episódio.

"Louca para dar furo?"

Deputada Federal Alê Silva
Reprodução
Deputada Federal Alê Silva

Quem também aproveitou para atacar a jornalista foi a deputada federal Alê Silva. Em uma série de postagens, ela compartilhou o vídeo da convocação, afirmando ter recebido o conteúdo via WhastApp, e trocou farpas com Vera Magalhães.

"E aí, a senhora também está louca para dar... furo?", escreveu a deputada. Em resposta, a jornalista lamentou o ataque e questionou se ela queria "o print com o número do celular aberto", fazendo referência ao número do presidente Bolsonaro.

"Uma deputada federal reage desta maneira a uma reportagem feita por uma mulher. Só porque diz respeito ao político que ela segue/reverência. O furo está publicado, deputada. Quer o print com o número do celular aberto, sem a proteção? E a senhora, tem orgulho do papel que presta?", disse.

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Por fim, após receber a resposta da jornalista, que veio com a divulgação dos vídeos da convocação do ato, a deputada ainda fez uma nova publicação e questionou: "Ué, falar em furo jornalístico agora virou crime?".

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