Deputada Tabata Amaral falando no plenário da Câmara dos Deputados
Luis Macedo/Câmara dos Deputados
Tabata foi uma das parlamentares que ficou suspensa do PDT por 90 dias

O PDT  retirou nesta sexta-feira (22) os processos abertos que a sigla contra quatro dos oito deputados que votaram a favor da reforma da Previdência. Quando o projeto ainda estava em tramitação na Câmara dos Deputados, o partido fechou questão para que todos os seus membros votassem contra a proposta.

A outra metade dos parlamentares que descumpriram a orientação da sigla de marcar não ao projeto só terá a situação resolvida depois que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julgar as ações iniciadas por eles para tentar deixar o partido sem perder o mandato. Os dissidantes que entraram com ação contra o partido são Tabata Amaral (SP), Flávio Nogueira (PI), Gil Cutrim (MA) e Marlon Santos (RS).

Leia também: 'Terminarei meu mandato', diz Tabata Amaral sobre disputar eleições em 2020

Os quatro entraram com os processos no TSE no mês passado e alegaram perseguição do partido como argumento para requerer a posse sobre o mandato. Não há prazo para que a corte julgue os casos.

Todos eles foram suspensos de funções partidárias por 90 dias e passaram a correr o risco de serem punidos com advertência e até expulsão.

Em entrevista ao programa Roda Viva , da TV Cultura, chegou a dizer que precisou transferir os trabalhos que conduzia na Câmara a outros deputados durante o periódo que ficou suspensa. Ela também afirmou que prevaleceu a "lógica eleitoreira" do PDT na votação da reforma da Previdência .

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