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Onyx Lorenzoni também confirmou a criação do Ministério da Economia; metade dos nomes que irão comandar as pasta do governo já foi definida

Onyx Lorenzoni confirmou a fusão dos ministérios e afirmou que nomes dos ministros serão divulgados aos pouco
Flickr/ Democratas Liderança
Onyx Lorenzoni confirmou a fusão dos ministérios e afirmou que nomes dos ministros serão divulgados aos pouco

O novo gabinete do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL)  terá entre 15 e 16 ministérios. A informação foi confirmada nesta terça-feira (30) pelo deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), indicado como chefe da Casa Civil do governo. Onyx também anunciou a fusão dos ministérios do Meio Ambiente com o da Agricultura.

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Após uma reunião da cúpula de Bolsonaro na casa do empresário Paulo Marinho, o deputado federal também confirmou a fusão dos ministérios da Fazenda, Planejamento, Indústria e Comércio, que se tornará o Ministério da Economia.

Um dos ministros já anunciados, o economista Paulo Guedes, comentou a proposta de criação de um superministério da Economia. “No programa, os três já estavam juntos”, afirmou o economista.

Onyx também ressaltou que o governo  irá trabalhar em sintonia e com “absoluta união”. Jair Bolsonaro deve ir na próxima terça-feira a Brasília para começar a transição. "O presidente já tem uma lista de nomes (de ministros) e está fazendo a definição final. Acredito que nos próximos dias, Bolsonaro deva liberar mais alguns nomes. Na segunda-feira, o presidente, depois de tomar decisão, vai nos permitir divulgar toda a estrutura" declarou.

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Onyx disse ainda que metade dos nomes já foi definida, inclusive um “forte” para a educação, mas que para a saúde ainda não foi escolhido. Sobre o juiz federal Sérgio Moro, Bebianno disse esperar contar com ele no futuro governo. “Esperamos que ele se engaje de alguma forma, é um nome muito emblemático, um nome muito importante para o Brasil, para a população do Brasil, estamos na expectativa que ele aceite se engajar de alguma forma”.

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Além da fusão dos ministérios , o ex-presidente do PSL e braço direito do Bolsonaro, Gustavo Bebianno, foi questionado sobre nomes para estatais. Segundo ele, as conversas do núcleo do novo governo não chegaram às  (indicações para) estatais. Ele disse que houve um significativo avanço, em torno de 80% dos ministérios na reunião desta terça.