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Candidato do PSL não saiu de casa neste sábado, véspera do segundo turno das eleições de 2018; pastor afirmou que o "povo brasileiro tem memória"

Além do apoio ao lado de fora de casa, a visita de Malafaia trouxe, para dentro da residência, otimismo a Bolsonaro
Reprodução/Youtube
Além do apoio ao lado de fora de casa, a visita de Malafaia trouxe, para dentro da residência, otimismo a Bolsonaro

O candidato à Presidência da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, acordou com uma ampla movimentação em frente à sua casa, neste sábado (27), véspera do segundo turno das eleições 2018. Além das manifestações provocadas por seus apoiadores, o candidato do PSL contou com uma visita do pastor Silas Malafaia. A visita de Malafaia durou cerca de 20 minutos. 

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Com bandeiras, camisetas e gritos de apoio, dezenas de simpatizantes do candidato já estavam, nas primeiras horas do dia, posicionados em frente ao condomínio, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Além desse apoio do lado de fora de casa, a visita de Malafaia trouxe para dentro da residência de Bolsonaro parte do carinho dos seus apoiadores. 

Logo cedo, um entregador de flores deixou na portaria um buquê de rosas brancas. Abordado, o funcionário confirmou que eram destinadas a Bolsonaro com os cumprimentos da família do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra. O militar, apontado como torturador e morto em 2015, é frequentemente citado de forma elogiosa pelo candidato do PSL .

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Pouco antes disso, Silas Malafaia deixou o local. Ele disse que tomou café com Bolsonaro, conversou sobre as dificuldades do País e que lhe fez uma oração. Segundo o pastor, Bolsonaro não vive o clima de vitória, mas de concentração nos últimos momentos antes do segundo turno.

“O povo brasileiro sabe que Haddad representa a maior história de corrupção da história do Brasil. O povo brasileiro tem memória. Vai colocar um corrupto no poder? Mas não tem festa, não tem clima de já ganhou. Estão trabalhando. A eleição é o povo que decide”, afirmou o pastor.

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Questionado sobre a pauta evangélica, Malafaia lembrou de ter celebrado o casamento de Bolsonaro com Michelle, mas destacou que o candidato não é evangélico e que a pauta social está nas mãos do Congresso. “Se eu pensasse que a vitória de Bolsonaro é para atender anseios de evangélicos seria muito medíocre”, disse. A visita de Malafaia é uma das últimas antes do segundo turno das eleições. 

* Com informações da Agência Brasil.