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Em vídeos divulgados em emissoras de rádio e televisão nesta semana, partido assumiu ter cometido equívocos e disse que precisa de "autocrítica"

Aécio Neves afirma que o PSDB busca consenso na escolha do nome para disputar a eleição presidencial de 2018
Jefferson Rudy/Agência Senado - 4.7.2017
Aécio Neves afirma que o PSDB busca consenso na escolha do nome para disputar a eleição presidencial de 2018

Após o PSDB veicular peças publicitárias em emissoras de rádio e televisão dizendo que o partido precisa de uma autocrítica, o presidente licenciado da legenda, senador Aécio Neves (MG), não quis fazer comentários sobre a situação da agremiação. O parlamentar participou de uma reunião da Executiva Nacional tucana na manhã desta quarta-feira (9), em Brasília.

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Na peça publicitária veiculada em rádio e TV, o partido diz que os tucanos erraram, sem dar detalhes sobre os equívocos cometidos. “O PSDB errou e tem que fazer uma autocrítica. Não adianta pedir desculpas”, diz o final da propaganda partidária. Questionado sobre quais seriam os erros, Aécio Neves disse acreditar que se trata de uma tentativa de reconexão do partido com a sociedade e que não participou da elaboração do programa.

Na reunião da Executiva do PSDB , foi discutida a convocação de um congresso e de convenções partidárias para as eleições de 2018. Os tucanos preparam uma atualização do programa e do estatuto do partido. Segundo Aécio, a expectativa é de que a agremiação tenha consenso sobre um nome de pré-candidato à Presidência da República na eleição do ano que vem. Caso isso ocorra, o nome será divulgado em dezembro.

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"Em havendo mais de um nome colocado por setores expressivos do partido, nós decidiremos nas prévias, em fevereiro ou março, para, aí sim, definir de forma objetiva e definitiva qual o nome o PSDB lançará à Presidência da República", adiantou o senador mineiro.

Base do governo

Sobre a discussão em torno de um possível desembarque da legenda do governo Michel Temer , Aécio disse que esta uma questão "superada" para os tucanos. “Essa questão, a meu ver, está superada. Essa não é a pauta do PSDB hoje”, afirmou.

Por outro lado, o senador admitiu a existência de divergências em relação ao governo Temer. “Se vocês voltarem um pouco no tempo, até para que o PSDB participasse do governo, havia divergência. Eu próprio defendia a posição inicial de uma não participação e de apoio às reformas”, minimizou.

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“O nosso entendimento é de que essa discussão está superada, enquanto o presidente da República achar necessário contar com os quadros do PSDB ele terá liberdade para fazê-lo; no momento em que achar diferente, o PSDB respeitará isso e não mudará a sua postura de compromisso total e unitário de todas as suas bancadas, na Câmara e no Senado, com essas reformas”, garantiu Aécio Neves.


* Com informações da Agência Brasil

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