Tanques de guerra durante o desfile do 'Dia da Vitória' na Rússia
Reprodução/Kremlin - 09.05.2022
Tanques de guerra durante o desfile do 'Dia da Vitória' na Rússia

O desfile militar na Praça Vermelha em Moscou, na Rússia, em 9 de maio, comemora a vitória sobre a Alemanha nazista em 1945, durante muito tempo evento ocorreu ocasionalmente durante os anos da União Soviética no país. No entanto, o desfile foi resgatado, em 1995, pelo então presidente Boris Yeltsin, em comemoração dos 50 anos da vitória militar.

Visão aérea da Praça Vermelha, onde militares desfilam durante o 'Dia da Vitória' na Rússia
Reprodução/Kremlin - 09.05.2022
Visão aérea da Praça Vermelha, onde militares desfilam durante o 'Dia da Vitória' na Rússia

Mas foi o atual presidentes Vladimir Putin, que a partir de 2008, fez com que o evento se tornasse anual. 

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, cumprimenta presentes no evento
Reprodução/Kremlin - 09.05.2022
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, cumprimenta presentes no evento

O desfile então se tornou uma demonstração de força das tropas russas e equipamentos militares, além de também ser a oportunidade de lembrar os sacrifícios da Segunda Guerra Mundial.

Desfile do 'Dia da Vitória' na Rússia
Reprodução/Kremlin - 09.05.2022
Desfile do 'Dia da Vitória' na Rússia

Durante os combates na Segunda Guerra, mais de vinte e sete milhões de cidadãos soviéticos morreram, em que muitos consideram a maior perda em comparação a qualquer país, os russos chamam o ocorrido de 'Grande Guerra Patriótica'.

Tanques durante o 'Dia da Vitória' na Rússia
Reprodução/Kremlin - 09.05.2022
Tanques durante o 'Dia da Vitória' na Rússia

O Dia da Vitória atualmente da identidade russa, com livros escolares e livros de história sempre focando na Rússia como libertadora da Europa na guerra contra o regime nazista.

Soldados em tanques durante o 'Dia da Vitória' na Rússia
Reprodução/Kremlin - 09.05.2022
Soldados em tanques durante o 'Dia da Vitória' na Rússia

No 77º aniversário da data, o país vive em uma guerra travada com o país vizinho, a Ucrânia, e usa frases como a 'luta contra os nazistas' para manter a narrativa de que os ucranianos, pessoas que também fizeram parte da antiga União Soviética se mantenham como 'culpados' pelos ataques russos.

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