Joe Biden em pronunciamento na Casa Branca
Reprodução/O Globo
Joe Biden em pronunciamento na Casa Branca

Nesta quarta-feira (23), o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, desembarca na Europa. Amanhã, na quinta-feira (24), ele irá integrar a cúpula da Otan (Organização do Tratado Atlântico Norte) em Bruxelas, na Bélgica e, depois, vai se reunir com representantes do G7 e da União Europeia. Na sexta-feira (25), Biden vai à Varsóvia, na Polônia, para se encontrar com o presidente polonês, Andrzej Duda.

O mandatário norte-americano chega à Bélgica no dia em que a invasão das tropas de Putin ao território ucraniano completa 1 mês. No domingo (20), a porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, disse que uma visita à Ucrânia não faz parte dos planos de Biden.

Segundo declaração da Casa Branca, o objetivo das reuniões de quinta-feira (24) é “discutir os esforços internacionais para ajudar a Ucrânia e impor custos severos e sem precedentes à Rússia por sua invasão”.

Com o presidente polonês, Biden vai discutir sobre como “os EUA ao lado dos seus aliados e parceiros respondem à crise humanitária e de direitos humanos criada pela guerra injustificada e sem motivo que a Rússia provocou contra a Ucrânia”.

Por meio do seu perfil no Twitter, Biden reforçou a declaração da Casa Branca sobre os objetivos dos encontros. O presidente norte-americano também informou o roteiro da viagem.

"Amanhã, viajo à Europa para me encontrar com nossos aliados e parceiros exatamente um mês depois que Putin acelerou sua guerra brutal na Ucrânia.”

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"Minha primeira parada é na Bélgica, onde me encontrarei com nossos aliados da Otan, líderes do G7 e líderes da União Europeia para discutir nossos esforços para apoiar a Ucrânia e impor custos severos à Rússia por sua invasão”

“Depois, viajarei para a Polônia para uma reunião bilateral com o presidente @AndrzejDuda. Estou ansioso para discutir nossa resposta à crise humanitária e de direitos humanos que a Rússia criou na Ucrânia.”

“Nesta viagem deixaremos claro que o Ocidente está unido em nossa defesa da democracia. Putin pensou que nos dividiria, mas somos mais fortes do que em qualquer outro momento da história recente. Estamos com a Ucrânia e continuaremos a garantir que Putin pague um alto preço econômico por suas ações”.

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