Em frente à sede da ONU, manifestantes protestam contra a invasão da Rússia à Ucrânia
Loey Felipe/ONU - 28.02.2022
Em frente à sede da ONU, manifestantes protestam contra a invasão da Rússia à Ucrânia

A Polônia expulsou 45 diplomatas russos acusados por "espionagem" no país , informou o governo nesta quarta-feira (23).

A confirmação veio após o porta-voz do serviço de contraespionagem polonês, Stanislay Zaryn, afirmar que a agência identificou os russos e "pessoas associadas a eles" que viajavam por todo o país "com cobertura diplomática", mas atuavam como espiões "contra o governo e contra nossos aliados".

"A Polônia expulsou 45 espiões russos fingindo ser diplomatas. Com total consistência e determinação, estamos separando os agentes dos serviços secretos russos em nosso país", informou o ministro do Interior, Mariusz Kaminski, em sua conta oficial no Twitter.

Assim que a notícia começou a circular, o porta-voz do Kremlin, Dimitry Peskov, disse em sua coletiva diária que "se isso for verdade, a ação não ficará sem resposta".

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A medida está ligada também à guerra na Ucrânia, já que há um grande temor que os russos também tentem fazer um ataque ao país. No entanto, Varsóvia faz parte da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e uma eventual ação militar contra a nação poderia desencadear uma guerra de enormes proporções na Europa.

Além disso, a Polônia é o país que mais tem recebido refugiados ucranianos desde o início da guerra, em 24 de fevereiro, com mais de 2,1 milhões de cidadãos.

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