Presidente Xi Jinping
Reprodução/Agência Brasil - 21.01.2021
Presidente Xi Jinping

O embaixador chinês na Ucrânia , Fan Xianrong, se reuniu nesta quarta-feira (16) com o governador da região de Lviv, Maksym Kozytsky, e afirmou que seu país "nunca atacará" a nação europeia.

Conforme matéria divulgada pelo "Kyiv Independent", o diplomata assegurou que Pequim só tem planos para ajudar a Ucrânia de maneira humanitária e que pode enviar mais auxílios ao país.

Assim como outras nações, a China deslocou a embaixada de Kiev, a capital, para Lviv, cidade que ainda não foi bombardeada pelos russos.

Nesta quinta-feira (17), o porta-voz do Ministério do Comércio, Gao Feng, afirmou que Pequim continuará a "desenvolver a normal cooperação econômica e comercial com a Rússia e a Ucrânia com base nos princípios do respeito recíproco, da igualdade e da vantagem mútua".

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Gao ainda manteve a postura do governo de condenar "com força" as sanções internacionais aplicadas por grande parte dos países ocidentais contra Moscou e disse que a China "reserva-se ao direito de adotar medidas para proteger os direitos legais das empresas chinesas".

A China é a maior aliada do governo de Vladimir Putin e vem tentando manter uma postura de neutralidade no conflito.

Recentemente, os Estados Unidos alertaram que essa parceria poderia sair do campo econômico e diplomático e que Pequim poderia enviar "auxílio militar" para os russos na guerra, algo que foi rechaçado pelo governo de Xi Jinping.

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