Presidente da Ucrânia Volodymyr Zelensky
Reprodução/Facebook Volodymyr Zelensky
Presidente da Ucrânia Volodymyr Zelensky

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, fez duras críticas à Organização do Tratado do Atlântico do Norte (Otan). Ele se irritou após a aliança militar do Ocidente anunciar que  não tentaria estabelecer uma zona de exclusão aérea sobre o território ucraniano.


"Pessoas vão morrer por causa da fraqueza da Otan. Ela deu sinal verde para a Rússia nos bombardear", declarou o presidente, em Kiev, nesta sexta-feira (4).


Na ocasião, Zelensky agradeceu o apoio da organização, composta por 30 países e sob liderança dos Estados Unidos, mas disse que a ajuda não é suficiente. Essas nações têm contribuído com o envio de armamentos para a Ucrânia, além da atribuição de sanções à Rússia.


A Otan evita maiores ações, como a zona de exclusão desejada por Zelensky, porque isso significaria dar início a uma Terceira Guerra Mundial. Consequentemente, isso poderia desencadear uma guerra a nível nuclear diante da potência armamentista de países como a Rússia e os Estados Unidos.

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Segundo a Folha de S. Paulo, o secretário-geral da Otan, Jens Stontenberg, defendeu como prioritário evitar uma "guerra total" na Europa.


O governo russo começou a atacar o território ucraniano justamente por não aceitar o interesse do país vizinho em fazer parte da Otan. Para Putin, tal aproximação em sua fronteira seria uma ameaça à segurança - a organização foi criada em 1949 para se opor à antiga União Soviética, então composta por 15 países, entre eles, Rússia e Ucrânia.

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