Austrália: vítimas de acidente em castelo inflável tinham 11 e 12 anos
Reprodução/Polícia da Tasmânia
Austrália: vítimas de acidente em castelo inflável tinham 11 e 12 anos

A polícia da Tasmânia, na Austrália, divulgou na última quinta-feira (16) a identidade das  cinco crianças mortas após um brinquedo inflável no formato de castelo ser levado pelo vento na cidade de Devonport. Uma menina, Addison Stewart, tinha 11 anos, e as demais vítimas tinham 12 anos.

São elas: Zane Mellor, Jye Sheehan, Jalailah Jayne-Maree Jones e Peter Dodt. Uma criança que também se feriu no acidente já recebeu alta, mas outras três permanecem internadas com estado crítico de saúde.

A tragédia ocorreu por volta de 10h de quinta-feira no horário local (20h de quarta-feira em Brasília). A estrutura fazia parte de uma comemoração pelo fim do ano letivo na escola primária Hillcrest. As causas do acidente ainda serão investigadas, mas a polícia estima que o castelo foi suspenso a uma altura de cerca de dez metros com a força do vento. Várias testemunhas ainda serão ouvidas.

Conforme a polícia, as famílias das vítimas decidiram não falar publicamente sobre o caso, mas alguns parentes prestaram homenagenas nas redes sociais. A tia de Peter Dodt, Tamara Scott, compartilhou que o menino "era cheio de vida e aventuras".

Uma tia de Addison Stewart, Meg Aherne, disse: "Eu nem sei o que escrever neste momento. Todo mundo está arrasado, ela sempre teve uma alma doce e gentil".

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Zane Mellor foi descrito por um amigo da família como um "menino lindo" de "alma linda, carinhosa e gentil".


Investigação

O departamento de meteorologia da Austrália registrou velocidades de vento entre 7km/ h e 22km/h na manhã do acidente, um intervalo considerado moderado. O investigadores ainda vão apurar se e como o brinquedo estava amarado no chão.

"Todos nós temos muitas perguntas", afirmou o chefe da polícia da Tasmânia, Darren Hine, em entrevista coletiva, acrescentando que cerca de 40 alunos da quinta e sexta séries participaram da celebração na escola e que professores e outros adultos administraram os primeiros socorros antes da chegada dos paramédicos, disse a polícia.

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