Presidente da Rússia, Vladimir Putin
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Presidente da Rússia, Vladimir Putin

Nesta quinta-feira (1), a Rússia disse que matou um suposto membro do grupo extremista Estado Islâmico  (EI) e prendeu outro. Os homens foram acusados de planejar  ataques simultâneos na cidade de Moscou e na região de Astracán, no sul do país. As informações são da agência de notícias AFP .

Em comunicado, o serviço de segurança russo, FSB, confirmou as ações: "Agindo conforme as instruções dos líderes da estrutura terrorista, dois cidadãos da Rússia planejaram um ataque simultâneo contra habitantes de Moscou e da região de Astracán, que previa o uso de armas de fogo e facas em lugares movimentados".

O FSB também afirmou que o agressor de Astracán apresentou "resistência armada" e foi "neutralizado". O segundo, por sua vez, foi detido na capital russa. Os agentes de segurança saíram ilesos da operação.

A fonte inspecionou a casa dos suspeitos e disse ter encontrado "armas de fogo automáticas e munições, uma granada F1, assim como literatura extremista religiosa".

Ações como esta são combatidas recorrentemente pelo FSB, de acordo com eles. Em dezembro do ano passado, o serviço de segurança afirmou ter interrompido um atentado planejado por uma célula leal ao EI na República de Daguestão, no Cáucaso Norte, prendendo quatro pessoas.

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