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Milhares de pessoas já foram às ruas na Austrália e em países da Ásia, África e Europa; ao longo do dia, protestos devem acontecer também no Brasil


Greve global pelo clima na Austrália arrow-options
Reprodução/Instagram Fridays For Future
Na Austrália, milhares de pessoas saíram às ruas em Sidney

Uma greve global pelo clima deve acontecer nesta sexta-feira (20) em mais de 130 países. Protestos com imensa adesão já começaram na Austrália, Uganda, Nigéria, Alemanha, França, Suécia, entre outros países. Ao longo do dia, manifestações devem acontecer em outros lugares, inclusive no Brasil.

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O objetivo da greve global pelo clima é exigir ações concretas contra as mudanças climáticas pressionando os políticos e outros membros do poder e levando-os a agir, de forma a resolver a atual crise climática e a prevenir o aparecimento de outras no futuro.

Esta é a terceira greve de uma série mundial de protestos contra as mudanças climáticas . A maioria é organizada por estudantes e liderada por Greta Thunberg , a ativista sueca de 16 anos, que recentemente cruzou o Atlântico de barco.

De acordo com Greta, que atualmente está em Nova Iorque para a Cúpula do Clima das Nações Unidas, que terá início na próxima segunda-feira (21), foram organizados cerca de 4.638 eventos em 139 países.

Na cidade de Nova Iorque, aliás, mais de 1 milhão de alunos das escolas públicas estão autorizados a faltar às aulas, nesta sexta-feira, para poderem participar na manifestação se os pais assim o permitirem.

Neste mês, além dos jovens, as manifestações vão contar também com a presença de várias associações humanitárias, sociedades dedicadas às causas ambientais e, ainda, vários funcionários de algumas das maiores marcas comerciais do mundo, como a Amazon e a Microsoft.

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“Estamos lutando por nós, pelos nossos amigos, pela nossa família e pelo rapaz que mora na nossa rua. Estamos lutando porque é essa a nossa obrigação”, explica Katie Eder, a ativista de 19 anos, diretora-executiva da Future Coalition, uma organização americana sem fins-lucrativos focada em promover mudanças sociais. Segundo Kate, a  greve global pelo clima desta sexta-feira serve, sobretudo, para conseguir um novo acordo ambiental (“Green New Deal”).