Tamanho do texto

Sydney Loofe foi dada como desaparecida em novembro de 2017; julgamento já dura mais de um ano e réus poderão sofrer pena de morte

casal arrow-options
Divulgação
Aubrey Trail e Bailey Boswell foram condenados por assassinato

Um casal foi condenado nesta quarta-feira (10), em Nebraska, nos Estados Unidos, por assassinar a jovem Sydney Loofe, de 24 anos, e esquartejá-la em 14 pedaços, em novembro de 2017. Em um julgamento que já dura mais de um ano, os dois foram considerados culpados e agora poderão ser sentenciados à pena de morte. 

Leia também: Dia de herói! Jovem tem queimaduras de 4° grau, mas resgata sobrinha de incêndio

Sydney foi dada como desaparecida em 15 de novembro de 2017, após combinar um encontro com uma mulher, Bailey Boswell, pelo Tinder , um aplicativo de relacionamentos. A última vez que a vítima deu notícias foi por meio das redes sociais, quando publicou uma foto com a frase: "Pronta para o meu encontro". Dois meses depois, seu corpo foi encontrado em 14 pedaços postos em sacos plásticos. 

tinder arrow-options
Reprodução/Facebook
Sydney Loofe publicou uma foto nas redes sociais antes de sair para o encontro

De acordo com a acusação, Sydney foi atraída por Bailey, que seguia orientações de seu namorado, Aubrey Trail. Os dois foram condenados por assassinato em primeiro grau. Trail também foi considerado culpado por conspiração criminosa e terá um segundo julgamento nesta quinta-feira, que definirá se suas ações se aplicam para a pena de morte.  

Bailey, por sua vez, ainda aguarda a segunda fase do julgamento. No mês passado, Trail cortou o pescoço no meio do tribunal após três mulheres dizerem que foram atraídas para um "culto sexual" através do Tinder da companheira dele. Uma das testemunhas afirma ainda que o casal costumava falar sobre matar e torturar pessoas para "fortalecer seus poderes". “Bailey é inocente e eu amaldiçoo todos vocês”, gritou Trail, antes de cortar o pescoço com um objeto. Ele foi encaminhado ao hospital e liberado após levar alguns pontos. 

Leia também: Bispo quer exorcizar demônios de cidade jogando água benta de helicóptero

O casal nega o assassinato e alega que Sidney foi morta acidentalmente enquanto participava de uma relação sexual com eles, com prática de asfixia, que seria filmada em troca de dinheiro. A promotoria discordou e afirma que o crime foi premeditado.