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Homem invadiu Escola de Polícia General Santander onde explodiu o veículo; responsável pelo ataque foi identificado como José Aldemar Rojas Rodríguez

Subiu para 21 numero de mortos em explosão de carro em Bogotá, capital da Colômbia
Reprodução/ Twitter
Subiu para 21 numero de mortos em explosão de carro em Bogotá, capital da Colômbia

Subiu para 21 o número de mortos do atentado ocorrido em Bogotá , capital da Colômbia, nesta quinta-feira (17). O novo balanço foi atualizado pela polícia local na manhã desta sexta-feira (19). Apenas quatro corpos foram identificados. Entre eles, o de José Aldemar Rojas Rodríguez, que é apontado pelas autoridades como autor do ataque. O número de feridos no ataque foi atualizado para 68. Nove ainda estão internados, dois deles em estado grave.

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Segundo o procurador-geral da Colômbia , Néstor Humberto Martínez, o suspeito entrou na Academia-Geral de Polícia Francisco de Paula Santander, em Bogotá, em um carro cinza, por volta das 9h30. Foram usados no atentado desta 80 quilos de material explosivo. 

"Este é um ataque a um centro acadêmico onde havia jovens estudantes desarmados. É um ataque não só contra a juventude e não só contra a força pública e nossas polícias, é contra toda a sociedade. Esst ato terrorista não ficará impune", disse o presidente da Colômbia, Iván Duque . E acrescentou: "Nós colombianos nunca nos submetemos ao terrorismo, sempre o derrotamos. Essa não será exceção."

Pelo Twitter, o prefeito da capital, Enrique Peñalosa, afirmou que não há indícos de um novo atentado. "Não vamos nos deixar intimidar. Os colombianos podem ficar tranquilos. As autoridades têm implantado diferentes controles em toda a cidade e não há nenhuma indicação de outro ataque terrorista ", disse. O prefeito também afirmou que os terroristas não irão intimidar a Colômbia.

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Em nota, a Organização das Nações Unidas (ONU) condenou o ataque, e a Oficina da ONU na Colombia afirmou que o atentado “é um ato criminoso absolutamente inaceitável, que vai contra os esforços que vêm sendo feitos no país para o combate à violência e o trabalho de diferentes setores para um futuro mais próspero e pacífico". 

O país conviveu durante anos com atentados cometidos por narcotraficantes e guerrilhas, como as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), que hoje  são um partido político dentro da lei. Nos últimos anos, no entanto, ganhou corpo o conflito entre  Bogotá e o Exército de Libertação Nacional (ELN), maior guerrilha ativa do país. O atentado desta quinta ainda não foi reivindicado. 


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