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Uhuru Kenyatta confirmou a morte de 14 pessoas inocentes e a 'eliminação dos terroristas'; grupo terrorista Al-Shabab reivindicou a autoria do ataque

Uhuru Kenyatta, presidente do Quênia, confirmou a morte de 14 pessoas após ataque terrorista a centro comercial
Divulgação
Uhuru Kenyatta, presidente do Quênia, confirmou a morte de 14 pessoas após ataque terrorista a centro comercial

O presidente do Quênia, Uhuru Kenyatta, confirmou que 14 civis morreram durante o ataque a um complexo hoteleiro de Nairóbi, capital do país, nesta terça-feira (15). Ainda de acordo com o político, todos os autores do atentado foram eliminados pelas forças de segurança.

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De acordo com o jornal local Daily Nation 38 pessoas estão internadas em hospitais locais em decorrência do atentado. O grupo terrorista islâmico somali Al-Shabab.  O Quênia tem sido alvo do grupo, que promoveu um ataque em 2013, que deixou dezenas de mortos em um shopping e, em 2015, um atentado que deixou 150 estudantes mortos em uma universidade.

"Os não muçulmanos são nossos alvos e vamos matá-los onde se esconderem de nós", disse Ali Dheere, porta voz do grupo terrorista.

O ataque desta terça-feira aconteceu na rua Riverside Drive, no bairro de Westlands, em frente a um complexo que abriga, entre outros, o luxuoso hotel DusitD2. Além de uma forte explosão, testemunhas ouviram tiros vindo de dentro da construção. "Podemos confirmar que 14 pessoas inocentes perderam suas vidas nas mãos desses assassinos", disse  Kenyatta , que comemorou a eliminação dos terroristas: "Nossas forças de segurança foram rápidas e competentes", disse.

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"Nós vamos procurar todas as pessoas envolvidas no planejamento e na execução desse ato hediondo. Nós vamos perseguí-los e eles serão responsabilizados", afirmou o presidente. "Nós estamos preparados para lidarmos com qualquer ameaça contra o nossa país", completou.

O presidente ainda desejou uma rápida recuperação para os feridos e cumprimentou os "centenas de atos de civilidade e patrotiosmo" após o  ataque terrorista . Ainda segundo o política, cerca de 700 pessoas foram resgatadas durante o atentado.

"Durante essas horas de terror, o Quênia mostrou ao mundo a melhor parte de nosso povo: corajosos, patriotas e amorosos", afirmou Kenyatta, que ainda lembrou que outros países vizinhos estão sofrendo com ataques semelhantes: "Nós devemos lembrar que duzias de países também estão sob ataque e que nós devemos ter solidariedade com eles", completou.

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