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Atirador seria um funcionário "insatisfeito" do estabelecimento; polícia cerca o local, com agentes fortemente armados, segundo conta testemunha

Área da cidade de Charlestone, na Carolina do Sul, está cercada de agentes de segurança
Reprodução/CNN
Área da cidade de Charlestone, na Carolina do Sul, está cercada de agentes de segurança

A polícia da cidade de Charleston, no estado da Carolina do Sul, dos Estados Unidos, está tentando conter um tiroteio na tarde desta quinta-feira (24). Segundo o prefeito John Tecklenburg afirmou em uma coletiva de imprensa, a situação ainda está sendo controlada pelos agentes de segurança. O agressor seria um "funcionário insatisfeito" do restaurante que ainda está dentro do local, prendendo reféns. As informações são da CNN

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O prefeito da cidade descartou a possibilidade de o tiroteio ter motivações terroristas. "Não se trata de um ato de terrorismo. Não é um crime de ódio. É um funcionário descontente que atacou o local onde trabalha", afirmou Tecklenburg. 

De acordo com o porta-voz do Departamento de Polícia de Charleston, Charles Francis, as pessoas devem evitar a área, no centro da cidade, já que se trata de "situação ainda ativa". Ainda segundo Francis, vários reféns estão presos no interior do restaurante. Um dono de uma loja próxima afirmou que a equipe policial está concentrada no "Virginia's on King",  local onde ocorreu os disparos. A área comercial está localizada no coração de Charlestone.

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"As ruas estão cheias de agentes da SWAT e de policiais fortemente armados, que estão bloqueando todo o bloco", contou a comerciante Sarah Cobb, dona da boutique MOSA, próxima ao restaurante atingido. Cobb ainda descreveu que estão sendo feitas evacuações de empresas próximas, e que há dezenas de policiais com armas apontadas para o restaurante.

Pelo menos uma pessoa teria ficado ferida durante o tiroteio. Sandy Troeder, que trabalha em um salão de beleza do outro lado da rua do Virginia's on King, disse à filial local da CNN que viu a polícia e uma equipe SWAT quebrar a porta do restaurante e entrar com cães e metralhadoras. E que, ainda, agentes teriam saído carregando alguém, mas que não conseguiu perceber "quem era ou se havia sangue". 

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