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Um homem invadiu o prédio, atirando contra as pessoas; ele foi identificado como médico de família, ex-funcionário do hospital atacado na tarde de hoje

Homem abre fogo em hospital de Nova York; pelo menos 3 médicos atingidos
Reprodução
Homem abre fogo em hospital de Nova York; pelo menos 3 médicos atingidos

Pelo menos seis pessoas estão feridas e uma foi morta após um tiroteio dentro do  Bronx-Lebanon Center Hospital , no bairro do Bronx, na cidade de Nova York, Estados Unidos, na tarde desta sexta-feira (30), segundo informou o departamento de bombeiros. Um homem invadiu o centro médico e, segundo o porta-voz do Departamento da Polícia da Cidade de Nova York, J. Peter Donald, ele seria um ex-funcionário, sendo identificado como Dr. Henry Bello, de 35 anos. 

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O atirador foi listado como um médico de família. A agência de notícias "Associated Press" informou que Bello puxou uma arma de baixo do jaleco, matando pelo menos uma pessoa. De acordo com o porta-voz do hospital , ele teria se matado após o tiroteio. Pelo menos seis pessoas foramatingidas pelas balas, mas ainda não se sabe a condição das vítimas. 

Além disso, de acordo com a rede "CBN News", outras 20 pessoas estariam levemente feridas depois de tentar sair do prédio atacado, "em um cenário caótico".

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Em uma transmissão de rádio, a polícia afirmou que o atirador era "um homem alto, magro e vestia uma camiseta azul e branca, com um jaleco branco".  Ainda segundo as fontes policiais, ele estaria armado com um rifle do tipo M-16. 

As vítimas do tiroteio desta sexta-feira estavam em diferentes andares do prédio. Dentro da unidade pediátrica, uma mulher informou, também de maneira anônima, que “ela e outras pessoas estavam protegidos, mas incapazes de sair”. “Estamos a salvo, estamos bem. Estamos tensos por causa da situação”, afirmou ao jornal. “E não temos ideia do que está acontecendo”, completou. 

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Gonzalo Carazo, que trabalha no local e testemunhou o incidente, disse à "CBS" de Nova York que o "prédio cheirava a fumaça". Ele ainda conta que viu um médico com uma ferida de bala na mão. "Eu não ouvi nenhum tiro, tudo o que ouvi foi o médico dizendo: me ajuda, ajuda ", disse.

Carazo ainda afirma que se escondeu em um quarto por cerca de 15 minutos antes que a a força de segurança chegou para escoltá-lo junto aos colegas, que tiveram de descer pelas escadas, já que o elevador não funcionava. "Estava quente e eu estava nervoso", relatou. "Eu vi sangue na escada".

Casa Branca reage

A vice-secretária da imprensa da Casa Branca, Sarah Huckabee Sanders, disse que o presidente Donald Trump estava ciente do incidente  no hospital de Nova York. Ela também informou que agentes federais da Secretaria de Álcool, Tabaco e Armas de Fogo estão respondendo ao caso. 


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