Carlos Alberto Decotelli
Luís Fortes/MEC
Decotelli não chegou a tomar posse como ministro da Educação.

O professor e ex-ministro da Educação  Carlos Alberto Decotelli assumiu que houve falhas em seu currículo, mas reafirmou que foi docente da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Decotelli foi nomeado para o cargo no fim de junho, mas não chegou a tomar posse depois de uma série de inconsistências em seu currículo e acabou deixando a pasta cindo dias depois.

Em um artigo publicado nesta terça-feira (14) no jornal O Globo , o ex-ministro disse que a situação “jogou no lixo” anos  de aulas e estudos. “Nunca imaginei passar por um processo agressivo de questionamento de minha história, no qual todos os meus anos de estudo e de horas em sala de aula foram jogados instantaneamente no lixo, sem que pudesse me defender”, escreveu Decotelli.

O ex-ministro diz ainda que os estudos que comprovam que ele concluiu os créditos do curso de doutorado e fez uma pesquisa de pós-doutorado estão disponíveis para a população. Ele ainda disse que seus 40 mil alunos de cerca de 1,3 mil turmas estão ai” para confirmar que ele foi professor da FGV. Ele disse ainda que o comportamento da instituição foi “inexplicável”.

Depois do episódio, Decotelli disse que deixará de dar aulas e irá focar no desenvolvimento de projetos que planejava implementar no Ministério da Educação.

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