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Tenente-brigadeiro Ricardo Machado Vieira tornou-se secretário-executivo do Ministério da Educação durante a crise da gestão de Ricardo Vélez

Tenente-brigadeiro Ricardo Machado Vieira
CABO V. SANTOS/AGÊNCIA FORÇA AÉREA
Tenente-brigadeiro Ricardo Machado Vieira foi demitido do MEC após ficar 21 dias como secretário-executivo

O tenente-brigadeiro Ricardo Machado Vieira, colocado no Ministério da Educação (MEC) como secretário-executivo , cargo considerado o "número dois" da pasta, durante a crise da gestão de Ricardo Vélez Rodríguez , em 29 de março, foi demitido nesta quinta-feira (18), três semanas após assumir o posto.

O militar havia entrado na vaga depois da saída de Iolene Lima, favorita da ala evangélica e que ficou apenas oito dias como número dois do MEC . A exoneração de Vieira já foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta.

Segundo informações do jornal O Estado de S.Paulo , a intenção do novo ministro da Educação, Abraham Weintraup , é levar novamente os chamados "olavistas", ligado a Olavo de Carvalho , o guru de Bolsonaro, aos cargos mais importantes da pasta. Defensores de uma gestão mais técnica, os militares rivalizam com este grupo desde o início da gestão bolsonarista.

Antes de assumir o cargo de secretário-executivo no MEC , Vieira foi assessor especial da presidência do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Ele também já ocupou o posto de chefe do Estado-Maior da Aeronáutica (FAB).