Nuno Vasconcellos

O assunto tenha ganhado algum espaço nos debates da Câmara Municipal do Rio de Janeiro
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O assunto tenha ganhado algum espaço nos debates da Câmara Municipal do Rio de Janeiro

A construção civil deveria ser uma das prioridades brasileiras mais urgentes. O setor emprega rápido e muita gente e o resultado desta capilaridade é que movimenta o dinheiro nas comunidades e com isso ajuda a crescer a economia. Mesmo que o déficit habitacional tenha diminuído no país e no Rio de Janeiro, o problema ainda parece insolúvel. Por isso, é louvável que o assunto tenha ganhado algum espaço nos debates da Câmara Municipal do Rio de Janeiro .

As famílias vítimas de desabamento deverão ter prioridade no atendimento no programa habitacional Minha Casa, Minha Vida no município do Rio. É o que determina a Lei nº 7.029/2021, de autoria do vereador Alexandre Isquierdo (DEM) e já sancionada pelo prefeito Eduardo Paes.

BOA INICIATIVA

A lei ainda garante prioridade ao Minha Casa, Minha Vida às famílias cujos imóveis tenham sido afetados por desabamento de imóveis vizinhos, e declarados com risco estrutural por laudo da Defesa Civil, forem condenados à demolição. As secretarias municipais de Assistência Social e Direitos Humanos, de Urbanismo e de Infraestrutura e Habitação poderão providenciar o encaminhamento e o cadastro das famílias ao programa. De acordo com o autor da lei, a iniciativa tem como objetivo atender de forma rápida as famílias que ficarem desabrigadas, vítimas de tragédias como a da Muzema.

"Precisamos agir e existem várias políticas públicas a serem implementadas no sentido de atender estas pessoas", ressalta Isquierdo. De acordo com informação da própria Câmara, no dia 12 de abril de 2019, dois prédios desabaram na comunidade localizada na Zona Oeste, provocando a morte de 24 pessoas, além de deixar um grande número de pessoas desabrigadas. Para evitar a demora de solução para as famílias vítimas de tragédias como esta que o assunto ganhou caráter de urgência.

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Uerj em mais um município

A cidade de Maricá vai receber até o fim do ano um polo da Uerj. Em reunião com o prefeito Fabiano Horta, o reitor da universidade, Ricardo Lodi Ribeiro, o vice-reitor, Mário Carneiro, e cinco pró-reitores firmaram compromisso para instalação presencial de atividades de ensino, pesquisa e extensão na cidade. "A intenção é ampliar o projeto de interiorização da Uerj, levando as políticas públicas a toda a população do estado do Rio de Janeiro", afirma Lodi.

Entrada liberada após polêmica

O deputado federal Pedro Augusto Palareti (PSD) protocolou requerimento junto ao ministro do Meio Ambiente, Joaquim Álvaro Pereira Leite, para que a Reitoria do Santuário Cristo Redentor e seus convidados tenham acesso livre às dependências da estátua do Cristo Redentor.

"O monumento Cristo Redentor está em uma área cedida pela União à Arquidiocese do Rio desde a década de 1930. Impedir a entrada dessas autoridades é inadmissível". No último sábado, o Reitor do Santuário, padre Omar Raposo, foi impedido de acessar o alto do Corcovado para realizar um batizado na capela que fica aos pés da estátua.


Tuitadas do Nuno

Vans queimadas na Zona Oeste, problema em linhas do metros e acidentes no Aterro do Flamengo marcaram a quinta-feira chuvosa no Rio, provocando transtornos na rotina do carioca. Problemas antigos, que constantemente voltam e precisam de atenção das autoridades.

A crise hídrica não é novidade. Reavaliar a volta do horário de verão é outra pauta que não deveria existir. Não importa se a Economia é pouca. Se ela existe, beneficiando meio ambiente e o bolso da sociedade, é válida. O que precisa ser debatido?

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