Um poderoso grupo dos maiores empresários do País que se reúne a cada dois meses em São Paulo decidiu que, diante do cenário de caos na política, o melhor nome para presidente da República será um representante do Judiciário.

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Esse seleto grupo de cerca de 50 membros – industriais, banqueiros, em especial, e controladores de fundos de private equity, com apoio discreto de grupos de mídia – aposta na queda de Michel Temer e na ascensão de um nome ficha-limpa que tenha bom trânsito na política e nas Cortes. Mesmo que Temer fique até 2018.

Não há melhor candidato (a) para a patota que um nome de Tribunal. Um (a) presidente que controlaria dois poderes, o Executivo e o Judiciário – onde teria portas abertas.

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A tropa da elite almeja a presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, mas ela teria de renunciar ao cargo e está decidida a encerrar a carreira no Supremo. Na negativa, quem se colocou à disposição foi o ex-presidente do STF e hoje advogado Joaquim Barbosa.

Outro nome cotado neste cenário é a ex-ministra do Superior Tribunal de Justiça Eliana Calmon, que perdeu a eleição para o Senado pela Bahia pelo PSB.

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