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Leon Rodrigues / SECOM PMSP
O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB)

Condomínios da cidade de São Paulo têm autonomia para definir suas próprias regras de flexibilização da quarentena . A informação é da Prefeitura de São Paulo e divulgada nesta quinta-feira (4). 

Com a medida, os residenciais não estão submetidos às normas de reabertura das atividades em fases estabelecidas pelas autoridades. Isso porque cabe a cada condomínio decidir sobre as regras, como a exigência do uso de máscaras nos espaços comuns, a autorização de obras nos apartamentos e a ocupação das áreas de academia e piscina. 

Embora a prefeitura garanta  a autonomia dos condomínios, o órgão recomenda que sejam mantidas as medidas de prevenção, como o  uso de máscaras e de álcool em gel. Também orienta que as reuniões de moradores sejam virtuais, quando possível.

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Por meio de nota, a prefeitura de São Paulo diz que a convenção e regimento internos dos condomínios reúnem as principais regras de convivência e de sua administração. Cada condomínio redige as suas regras que determinam como serão gerenciados, organizados a vida no local e o trabalho do síndico.

"A pandemia do novo coronavírus surpreendeu também os condomínios, que adotaram novas regras de convivência. A Prefeitura trabalha por uma abertura das atividades, mas lembra aos condomínios que a cidade continua em quarentena. Desde o início do isolamento social, a Prefeitura já instituiu por decreto, inicialmente, a recomendação do uso de máscara e, posteriormente, a obrigatoriedade de máscara no transporte público. E insiste na necessidade do uso contínuo de máscara por todos", diz a nota da prefeitura. 

O documento explica ainda que a decisão de exigir máscara nas instalações do condomínio é prerrogativa de cada um. "Da mesma forma, cabe a cada um decidir a respeito de obras nas unidades habitacionais, ou sobre a ocupação das áreas de academia e de piscina. No entanto, a prefeitura alerta que ninguém pode esquecer que o vírus ainda está aí. Continua a preocupação em evitar aglomeração e em proporcionar o distanciamento social, buscando evitar a transmissão do vírus. Reuniões virtuais, quando possíveis, o uso de máscara, álcool em gel e outras ações de higiene pessoal são boas práticas recomendáveis."

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