Apresentador policial entra na lista vermelha do MJSP
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Apresentador policial entra na lista vermelha do MJSP

O influenciador digital e cantor Francisco Gleiton Martins de Oliveira, de 44 anos, conhecido publicamente como Cleytton Rasec, passou a figurar entre os nomes da chamada “lista vermelha”  do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). O roraimense, que já comandou um programa policial em uma emissora local de Boa Vista, é considerado um dos foragidos mais perigosos do país.

Ex-apresentador policial entra na lista vermelha do MJSP
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Ex-apresentador policial entra na lista vermelha do MJSP


Cleytton foi condenado a 32 anos e 11 meses de prisão pelo crime de estupro de vulnerável. A sentença também levou em conta circunstâncias agravantes, como a proximidade dele com a vítima, um adolescente de 14 anos, a participação de outra pessoa nos abusos e o envolvimento com produção e armazenamento de material de pornografia infantil.

Apesar de o mandado de prisão ter sido expedido em 8 de outubro deste ano, o condenado nunca chegou a ser detido ao longo do processo judicial e segue foragido das autoridades.

O nome de Cleytton Rasec integra o Projeto Captura, iniciativa do MJSP que reúne fotos e informações de 216 pessoas procuradas em todo o Brasil, apenas três delas mulheres.

A seleção dos alvos leva em consideração critérios como a gravidade dos crimes cometidos e o impacto da prisão para o enfrentamento e a desarticulação de atividades criminosas.

Em nota enviada ao Portal iG, a Polícia Civil de Roraima informou que Francisco Gleiton Martins de Oliveira praticou os cimes em 2015 contra um adolescente de 17 anos.


Veja a nota na íntegra:

"A Polícia Civil de Roraima informa que Francisco Gleiton Martins de Oliveira, de 44 anos, foi investigado pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente por crimes de natureza sexual praticados contra um adolescente de 17 anos. O crime ocorreu na madrugada do dia 28 de junho de 2015, em uma pousada localizada na zona Oeste de Boa Vista.

A denúncia foi registrada na Polícia Civil pela mãe do adolescente, após a divulgação de um vídeo no qual o jovem aparecia com o acusado praticando atos sexuais, encontrando-se em estado de embriaguez.

Concluídas as investigações, o acusado foi indiciado, tendo o inquérito policial sido encaminhado ao Ministério Público, que ofereceu denúncia. O caso foi analisado pelo Poder Judiciário, resultando em condenação criminal.

Francisco Gleiton Martins de Oliveira foi condenado a 32 anos e 11 meses de reclusão, em regime fechado, além do pagamento de multa, pelos crimes de estupro de vulnerável e outros delitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente, relacionados à produção e divulgação de material com cena de sexo explícito envolvendo adolescente."

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