Mínima em São Paulo pode ser de 9 graus; no Rio, temperatura pode chegar a 13
Marcelo Camargo/Agência Brasil - 18/05/2022
Mínima em São Paulo pode ser de 9 graus; no Rio, temperatura pode chegar a 13

A semana que começa deverá ser de frio, conforme a massa de ar polar que chegou ao país continua a exercer efeito sobre o tempo da região Sul e Sudeste, segundo dados do Instituto Nacional de Meterologia.

No estado do Rio de Janeiro, ao longo da semana, a temperatura pode chegar até 13 graus. Em São Paulo, a mínima pode ser de 9 graus.

No Sul, o frio também persiste. No Rio Grande do Sul, os termômetros podem registrar uma mínima de 7 graus, na capital Porto Alegre, ainda nessa segunda-feira. Em Curitiba, no Paraná, a mínima prevista é de 3 graus. Em Florianópolis, as temperaturas devem ficar entre 20 e 10 graus no início da semana.

A tendência é que as temperaturas subam com o avançar dos dias.

O domingo amanheceu com frio intenso e geadas nos três estados da Região Sul do país e no sul de Mato Grosso do Sul. Houve até temperaturas negativas em diversas cidades, como -3,9 graus em General Carneiro (PR); -3,9 graus em São Joaquim (SC) e -2,6 graus em São José dos Ausentes (RS).

O frio é consequência de uma massa de ar polar que continua avançando sobre o centro-sul do país, e há previsão de novos recordes de frio na região Sul. No Sudeste e no Centro-Oeste, apesar da queda de temperatura, o frio mais intenso é previsto para o período da noite.

No entanto, segundo o meteorologista Marcio Cataldi, da Universidade Federal Fluminense (UFF), o mês como um todo deve ser menos frio que maio.

"Teremos uma queda bem acentuada na temperatura, tanto na mínima quanto na máxima. O restante do mês não deve ser tão frio", disse Cataldi.

Além da massa de ar polar, outro fenômeno que intervém no clima neste período do ano é o La Niña. Trata-se do resfriamento das águas do oceano pacífico tropical, influenciando na incidência de chuvas em diversas regiões do Brasil e potencializando a incidência de chuvas nas regiões Norte e Nordeste, mas aumentando o risco de seca ou de chuvas irregulares na Região Sul.

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