Kamille Vitória da Souza Silva, adolescente de 16 anos desaparecida na Bahia
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Kamille Vitória da Souza Silva, adolescente de 16 anos desaparecida na Bahia

A Polícia Civil da Bahia investiga o desaparecimento de uma adolescente de 16 anos que foi vista pela última vez em 11 de outubro. Kamille Vitória da Souza Silva saiu da casa da avó, em Conceição do Coité, município localizado a 223 km de Salvador, e teria ido para Feira de Santana. Desde então, a família não tem notícias do paradeiro. Ela se apresentava como "profissional de marketing digital".

"Não temos notícia alguma, o telefone dela está desligado, já pensei mil coisas e não faço ideia de onde ela possa estar. Só sei que essa saída dela não foi programada. Ela deixou para trás as coisas que gosta e jamais passou uma manhã sem avisar onde estava. Nós estamos desesperados, minha filha é uma menina amada", disse Laise Souza Silva, mãe da adolescente.

Kamille tinha ficado sozinha em casa depois que seus avós saíram, por volta das 9h. A mãe da adolescente mora em Salvador. De acordo com Laise, duas pessoas relataram ter visto sua filha na manhã em que ela desapareceu.

Uma vizinha contou ter visto Kamille caminhando na rua com uma bolsa pequena na mão. E um motoboy admitiu ter levado a adolescente para a Praça do Mercado, de onde saem vans com destino à Feira de Santana. A última conversa da jovem foi com um amigo, que também entrou em contato com Laise.

"Um amigo dela, de Feira de Santana, fez contato comigo e mandou prints para mostrar que eles fizeram uma chamada de vídeo no dia que a Kamille desapareceu. Ela falou que estava no bairro de Cidade Nova, no início de Feira de Santana, indo de Coité para lá. A Kamille falou que foi fazer um trabalho de marketing digital", disse a mãe.

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Kamille se apresenta nas redes sociais como profissional de marketing digital. E inclusive menciona quanto havia conseguido de lucro. Mas Laise não acredita que o desaparecimento da filha tenha relação com trabalho.

"Por enquanto a polícia não diz nada, apenas que precisam esperar o juiz dar autorização para a quebra do sigilo do Instagram e do celular da Kamille. Mas eu tenho a senha do Instagram dela e não há nada de diferente nas conversas que ela teve", afirmou a mãe.

A jovem não responde amigos e não atende telefonemas há seis dias. Laise disse que a filha não tinha namorado e a descreveu como uma jovem "de boa educação, boa menina, não usava drogas, toda monitorada e sempre teve que pedir para sair de casa".

Em nota, a Polícia Civil da Bahia informou que um boletim de ocorrência foi registrado na manhã de quarta-feira, na 15ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin), do município de Coité. A unidade está apurando o caso.

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