Após atacar ministros do STF, Bolsonaro defende população armada
Reprodução: iG Minas Gerais
Após atacar ministros do STF, Bolsonaro defende população armada

presidente Jair Bolsonaro (sem partido) conversou com seus apoiadores na manhã desta sexta-feira (27) e voltou a atacar os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Luis Roberto Barroso, que também é presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foi chamado de câncer pelo mandatário. Após sua fala, o capitão do Exército reforçou seu desejo armamentista para o país.

"Não pode um ou dois caras [Alxandre de Moraes e Luis Roberto Barroso] estragar a democracia no Brasil. Começar a prender na base do canetaço, bloquear redes sociais. E agora o câncer já foi para o TSE. Tem um cara querendo politizar tudo. Tem que colocar um ponto final nisso", disse Bolsonaro.

"Tudo que pode fazer por decreto eu fiz, CRAF [Certificado de Registro de Arma de Fogo] está podendo comprar fuzil. CRAF, que é fazendeiro, compra fuzil, 762. Tem que todo mundo comprar fuzil, pô. Povo armado jamais será escravizado. Sei que custa caro, tem idiota, 'ah, tem que comprar feijão'. Cara, se não quer comprar fuzil, não enche o saco de quem quer comprar", alegou o mandatário.


Bolsonaro aproveitou para ressaltar que "é difícil governar o país", pois, na sua visão, o executivo é o único dos poderes vigiado e cobrado o tempo todo. De acordo com o presidente, os preços do combustível e do gás poderiam estar na metade do valor, mas não ocorre por "lobby e interferência". "Temos problemas? Temos. Eu não quero inflação alta, mas tem coisa que não depende da gente".

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