Imagens do circuito interno de câmeras de segurança flagraram Lázaro caminhando na região próxima onde foi morto pelos policiais
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Imagens do circuito interno de câmeras de segurança flagraram Lázaro caminhando na região próxima onde foi morto pelos policiais

Imagens de câmeras de segurança mostram Lázaro Barbosa Sousa , de 32 anos, na noite de domingo, caminhando em Itamaracá, em Águas Lindas de Goiás, próximo ao cerco montado pela polícia. Assista ao momento:


No vídeo, ele aparece saiando da mata e em seguida seguindo em direção a estrada. Ele foi morto nesta segunda-feira, depois de mais um confronto com agentes da força-tarefa. O criminoso chegou a ser encaminhado para um hospital da região, mas não resistiu aos ferimentos.

Moradores do Setor Itamaracá afirmaram ter visto o Lázaro , por volta das 21h de domingo e chamaram a polícia. O criminoso ignorou uma tentativa de negociação feita pelos agentes para que se entregasse. Durante a madrugada, foi montado um cerco na região, com o apoio de helicópteros e cães farejadores.

De acordo com testemunhas, ele esteve na casa da ex-mulher, que foi levada para a Delegacia Regional da Polícia Civil, na manhã desta segunda. Com a chegada da polícia, Lázaro teria escapado pela mata, que fica nos fundos da residência.

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Durante os últimos 20 dias, 270 policiais procuravam por Lázaro. Participaram das buscas equipes das polícias Civil e Militar de Goiás e do Distrito Federal, da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal, da Diretoria Penitenciária de Operações Especiais (DF) e do Corpo de Bombeiros Militar (CBMGO).

Mais de 30 crimes

De acordo com a Secretaria de Segurança de Goiás , Lázaro era investigado por mais de 30 crimes, cometidos naquele estado, na Bahia e no Distrito Federal. Ele é suspeito da morte de quatro pessoas de uma mesma família em Ceilândia, no DF, e do funcionário de uma fazenda no distrito de Girassol, em Goiás.


A maioria dos casos é referente a crimes de latrocínio (roubo seguido de morte). Durante sua fuga, Lázaro invadiu propriedades rurais, fez três pessoas reféns e baleou outras quatro, entre elas, um policial militar. Ele já tinha condenações por um homicídio cometido na Bahia e por um estupro no DF.

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