Detento escapou de presídio em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul
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Detento escapou de presídio em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul

O presidiário Laudelino Ferreira Vieira, conhecido como Lino , desapareceu do Estabelecimento Penal Jair Ferreira de Carvalho, conhecido como Máxima , em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul . Lino estava condenado a 80 anos de prisão por crimes como homicídio, tráfico de drogas e uso de documentos falsos. As informações são do portal UOL .

Um inquérito foi aberto pela Polícia Civil para investigar o caso, em parceria com a Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen). O boletim de ocorrência aponta que a falta do detento na tarde desta quarta-feira (2), durante a conferência dos presos no pavilhão 3 da unidade, conhecida por ser uma das mais seguras do país. Depois disso, o preso não foi mais localizado em nenhuma parte da cadeira e agora é considerado foragido.

De acordo com a Polícia Civil, Lino tinha permissão para trabalhar em outras áreas da prisão e, atualmente, era responsável pela limpeza da escola que fica na unidade. No dia de seu desaparecimento, ele teria ido trabalhar normalmente, mas não retornou ao seu pavilhão no horário determinado.

A Agepen disse que a Corregedoria-Geral abriu sindicância para apurar o sumiço de Laudelino e como ele teria conseguido escapar. Além disso, as autoridades também estão analisando as imagens das câmeras de monitoramento do local, mas ainda não há pistas sobre o paradeiro do fugitivo.

A suspeita dos policiais é que ele tenha sido ajudado por um funcionário do presídio . Os agentes também serão ouvidos pelos investigadores nos próximos dias. 

O foragido está preso desde 2015 após ser condenado por tentativa de homicídio contra policiais rodoviários federais. Laudelino foi condenado por tráfico de drogas e por envolvimento com uma quadrilha que roubou três aviões e matou um empresário em Corumbá, em 2001. Entre os crimes, também foi apontado como membro de uma quadrilha que trocou tiros com a polícia e matou um policial militar em 2006. 

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