Crivella
Márcia Foletto / Agência O Globo
O prefeito Marcelo Crivella na Cidade da Polícia após ser preso

O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins, estendeu na segunda-feira os efeitos da decisão que concedeu prisão domiciliar ao prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, para outros dois investigados presos preventivamente na mesma operação : o empresário Adenor Gonçalves dos Santos e o ex-tesoureiro da campanha de Crivella Mauro Macedo.

Humberto Martins, por outro lado, negou a extensão para um terceiro investigado , o ex-delegado Fernando Moraes, que permanecerá preso.

Crivella e os demais investigados foram presos preventivamente no dia 22, em uma fase da Operação Hades, que investiga a existência de um suposto " QG da Propina " dentro da Prefeitura do Rio. No mesmo dia, Humberto Martins, permitiu que o prefeito cumprisse prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica.

presidente do STJ também determinou que Crivella está proibido de proibido de manter contato com terceiros e que teria que entregar telefones, computadores e tablets às autoridades.

Os mesmos requisitos foram determinados para Adenor Gonçalves dos Santos e Mauro Cedo. Os dois alegaram que, assim como o prefeito, eles fazem parte do grupo de risco da Covid-19 .

Fernando Moraes também alegou o mesmo motivo, mas Humberto Martins considerou que ele não comprovou que se enquadra no grupo vulnerável.

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