Polícia Federal
Agência Brasil
Polícia Federal está investigando desdobramentos de assalto em Criciúma

Polícia Federal (PF) abriu um inquérito para investigar as suspeitas de que o  mega-assalto a uma agência bancária em Criciúma, em Santa Catarina, na última segunda-feira (30) tinha como objetivo o crime de lavagem do dinheiro roubado pelo grupo de criminosos.

A corporação apura também a conexão da facção criminosa com outros assaltos. A investigação sobre o assalto em si é conduzida pela polícia local.

Na noite de segunda, o grupo criminoso, fortemente armado, invadiu a tesouraria regional de um banco, provocou incêndios, bloqueou ruas e acessos à cidade. Ainda foram usados reféns como escudos. Funcionários da Prefeitura que trabalhavam durante a madrugada foram colocados sentados no meio da rua.

Até agora, nove suspeitos de envolvimento no caso já foram presos. 

Na madrugada desta quarta (2), uma quadrilha com pelo menos 10 criminosos tomou das ruas de Cametá, no Pará , cidade que fica a 235 km de Belém. O grupo assaltou uma agência do Banco do Brasil.

Apesar da semelhança dos casos em Santa Catarina e no Pará, investigadores dizem que ainda não há elementos que apontam que os assaltos tenham sido praticados pelos mesmos criminosos. A hipótese, no entanto, ainda não foi descartada.

Fontes ligadas à investigação acreditam que o assalto em Santa Catarina foi mais bem executado porque contou com mais homens. A forma como oa assalto foi conduzido também ainda que os criminosos escolheram uma agência bancária mais estratégica.

O Ministério da Justiça e a Polícia Federal disponibilizaram peritos, papiloscopistas e o serviço de inteligência para os dois estados.

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