Genral Eduardo Pazuello, ministro interino da Saúde
Marcos Corrêa/PR
Genral Eduardo Pazuello, ministro interino da Saúde

Após a saída de Nelson Teich do Ministério da Saúde , Eduardo Pazuello dizia internamente que seu pazo no cargo seria de três meses, para ajudar na organização e logística do combate à pandemia. Todavia, faltando pouco mais de uma semana para a marca de 90 dias, o governo federal não dá sinais de que vá tirá-lo da posição.

Segundo a coluna Painel , um dos motivos para Eduardo Pazuello ter, antes, delimitado um prazo para ficar no posto é a pressão para que militares que fazem parte do governo passem para a reserva, com o objetivo de evitar a mistura entre Exército e administração federal. Foi o que fez o ministro-chefe da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos .

No entanto, Pazuello parece não ter a mesma intenção. O ministro interino tem afirmado que a missão Covid-19 ainda não terminou e que, quando acabar, vai procurar Jair Bolsonaro para avisar. Ele provavelmente estará à frente da pasta quando o Brasil atingir a marca de 100 mil mortos.

Em live recente, Bolsonaro mencionou o levantamento e elogiou o interino. "Está fazendo agora um excepcional trabalho. Eu vi na mídia aqui que dos 27 secretários da federação, 17 deram sinal verde, gostaram do trabalho do Pazuello. Qualquer solicitação de imediato ele atende [...] Está funcionando", disse o presidente.

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