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Paulo matou o próprio filho, Bernardo, e descartou o corpo do garoto

Preso desde dezembro de 2019 por sequestrar e matar o filho de um ano de idade, o funcionário público Paulo Roberto de Caldas Osório, de 45 anos, foi encontrado morto na cela onde ficava detido dentro do Complexo da Papuda no sábado (11).

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Segundo a Subsecretaria do Sistema Penitenciário do Distrito Federal, Paulo foi encontrado por um agente dentro da cela com sinais de enforcamento. Oficiais acionaram o Sistema de Atendimento Móvel de Urgência e tentaram o reanimar dentro da cela, mas não obtiveram sucesso.

Um procedimento administrativo foi aberto para investigar o caso. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal, que vai definir a causa da morte. Não há informações sobre se Paulo dividia a cela com mais pessoas.

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O rosto do homem ficou conhecido no fim de 2019 após ele sequestrar o próprio filho, Bernardo, como forma de se vingar da ex-esposa e da ex-sogra, com quem tinha desavenças. Paulo foi até a creche do menino e o levou embora, administrando uma dose de remédio que teria sido fatal para a criança e descartando o corpo dela na beira de uma estrada.

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Investigações iniciadas após a morte de Bernardo constataram que, anteriormente, Paulo matou a própria mãe a facadas. Na ocasião, ele foi diagnosticado com esquizofrenia. Os exames realizados nele após assassinato do filho não detectaram problemas psiquiátricos.

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