Nesta segunda-feira (13), trabalhadores de serviços não essenciais da Espanha, como construção e indústria, retornaram aos seus postos após duas semanas de interrupção das atividades para conter a propagação do novo coronavírus (Sars-coV-2).

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Políticos da Catalunha foram contra a decisão e os de Madri expressaram suas dúvidas sobre o risco de contaminação da Covid-19 . Profissionais da saúde também demonstraram relutância. Por isso, o governo federal da Espanha insistiu que, apesar do afrouxamento nas medidas, o isolamento para a maior parte da população continue. Estabelecimentos como escolas, bares, restaurantes, instalações culturais e centros de lazer continuam fechados, mas uma fatia da economia volta a funcionar nesta segunda (13).

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Mesmo com a relutância dos políticos da Espanha , a ciência também admite certa incerteza em manter o isolamento contra a Covid-19 tão rígido. “Ninguém sabe se prolongar isso por mais cinco dias terá um grande benefício ou se o impacto econômico pesará mais. Nenhuma decisão pode ser fixa e radical ”, disse Toni Trilla, epidemiologista e membro do comitê científico que assessora o governo, ao El País . Atualmente o país contabiliza 17 mil mortos e 166 mil infectados.

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