metrô
Sergio Andrade/Governo do Estado de SP
Metrô de São Paulo

Com o objetivo de diminuir os impactos da pandemia de coronavírus (Sars-CoV-2) na capital, a prefeitura de São Paulo anunciou, nesta quinta-feira (9) a proposta que visa incentivar o horário escalonado de trabalho nos serviços essenciais, que seguem funcionando apesar da determinação de quarentena até o dia 22 de abril.

A ideia é evitar picos de aglomeração, sobretudo nos veículos de transporte público. De acordo com o prefeito Bruno Covas , a mudança será pauta de uma reunião entre a prefeitura e representantes do setor privado na próxima segunda-feira (13). “Isso não será feito através de uma normativa da prefeitura, mas um acordo com os representantes, que permita estabelecimentos em horários diferentes”, afirmou o prefeito. 

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Em condições normais de circulação, o metrô de São Paulo recebe mais de 5 milhões pessoas por dia, distribuídas entre todos os horários. O início da manhã e final da tarde, porém, marcam uma maior aglomeração de cidadãos no transporte público. 

Atualmente, a taxa de distanciamento social em São Paulo é de 49%. De acordo com a secretaria de Saúde do estado, um índice de 60% a 70% seria o esperado para evitar um colapso no sistema de saúde, o que exige ações ainda mais rígidas de contenção do contágio. 


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