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Agência Brasil
Marielle foi assassinada há quase dois anos

O Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Estado (MPRJ) confirmou que pediu à Justiça que que Ronnie Lessa e Élcio Queiroz sejam levados a júri popular pelas mortes da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. A informação foi antecipada pelo jornal Folha de S.Paulo nesta quarta-feira (22).

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O Gaeco quer Ronnie e Élcio — presos preventivamente em março de 2019 e levados para o Presídio Federal de Porto Velho, em Rondônia — sejam separados em penitenciárias distintas até o julgamento. O órgão quer evitar que os dois combinem versões sobre o crime.

De acordo com a reportagem da Folha de S.Paulo , os promotores apontam que houve tentativa de fuga de Lessa e Élcio de suas prisões, em 12 de março de 2019, motivo pelo qual devem ser mantidos em penitenciárias federais.

Marielle e Anderson foram mortos no dia 14 de março de 2018.

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Justiça mantém prisão de suspeito de esconder armas do crime

Nesta quarta-feira, o ministro João Otávio de Noronha, presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou pedido liminar de revogação da prisão preventiva do professor de artes marciais Josinaldo Lucas Freitas – conhecido como Djaca –, denunciado por suposta participação na ocultação de armas pertencentes ao sargento da reserva Ronnie Lessa, um dos investigados pelo assassinato de Marielle e Anderson Gomes.

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