DNI
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Previsão inicial dizia que documento seria lançado em março deste ano.

A confecção de um documento único que reunisse diversas informações deixará de ser um mito e se tornará realidade no próximo ano. Com o nome de Documento Nacional de Identidade (DNI), o documento foi lançado em caráter experimental em fevereiro de 2018 e engloba todos dados do cidadão.

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Inicialmente, a implantação do documento único estava prevista para acontecer 1º de março deste ano. Porém, através de um decreto, o presidente da República, Jair Bolsonaro, adiou a data para 1º de março de 2020. Confira abaixo como funcionará o documento:

Quem pode emitir o documento?

De acordo com o portal do governo sobre o programa, apenas os cidadãos que estiverem realizado o cadastro biométrico junto à Justiça Eleitoral poderão emitir e utilizar o documento único. As pessoas que desejarem obter o documento mas não realizaram o cadastro biométrico devem procurar a Justiça Eleitoral de sua região.

Quais documentos ele reunirá?

Para facilitar o cotidiano dos cidadãos, o DNI reunirá informações sobre a identidade (RG), CPF, Carteira Nacional de Habilitação, Título de Eleitor e Certidão de Nascimento.

Como emitir?

Depois de estar com o cadastro biométrico feito, o cidadão deverá baixar o aplicativo do documento e realizar um pré-cadastro online. Após isso, será necessário o comparecimento a um dos postos de atendimento indicados no aplicativo. No posto de atendimento, serão validados os dados biométricos. Quando o procedimento for finalizado, o cidadão receberá um código de nove números que será o seu DNI.

Quanto custa para obter o documento?

O procedimento para emitir o DNI é inteiramente gratuito. 

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Onde o DNI já está sendo emitido?

De acordo com informações disponíveis no portal do governo, nove estados já aderiram ao programa no atual formato. São eles:

  • Acre
  • Ceará
  • Distrito Federal
  • Goiás
  • Maranhão
  • Mato Grosso
  • Paraná
  • Rio Grande do Sul
  • São Paulo

Os estados que não aderiram ao novo formato deverão se adequar às normas até março de 2020. 

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