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Pouco mais de quatro meses depois do rompimento da barragem, 27 pessoas ainda estão desaparecidas; as informações são da Polícia Civil

Bombeiro em cima de morro observa a área atingida pelo rompimento da barragem em Brumadinho
Reprodução/Corpo de Bombeiros de Minas Gerais
Bombeiros continuam trabalhando em busca dos 27 desaparecidos

O número de mortes em decorrência do rompimento da barragem I da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, chegou a 243 no último domingo (26). Segundo a Polícia Civil, todas as vítimas já foram identificadas.

Pouco mais de quatro meses depois da tragédia , o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais continua trabalhando na região de Brumadinho em busca das últimas 27 pessoas que ainda estão desaparecidas.

O rompimento da barragem da Vale aconteceu no dia 25 de janeiro e destruiu boa parte da região, contaminando também o rio Paraopeba. 

Ao todo, 1.850 bombeiros militares já passaram pelo local da tragédia , tanto de Minas Gerais quanto de outras partes do Brasil e até do mundo . Não há prazo para que as buscas sejam encerradas.

Desde então, outras barragens da Vale  estão sendo desativadas e monitoradas para evitar novas tragédias. A Defesa Civil de Minas Gerais acompanha de perto a movimentação do talude norte da mina Gongo Soco, em Barão de Cocais , que, como em Brumadinho , pode se romper a qualquer momento.