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Reprodução/Polícia Militar
Senhora foi mordida pelos cachorros e levada para um hospital, mas passa bem

Dois PMs do 1º Comando Regional da Polícia Militar de Curitiba (PR) mataram dois cachorros a tiros após os animais atacarem uma mulher de 72 anos de idade. O caso ocorreu por volta das 11h de quarta-feira (27). 

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A senhora estava caminhando pela rua Antonio de Cristo, no bairro Atuba, quando os dois cachorros, um rotweiller e um pitbull, a atacaram. Os PMs , Evandro Peterle Machado e Cleverson Aparecido Penter da Silva, estavam fazendo um patrulhamento na região quando ouviram os gritos da mulher e a viram tentando fugir dos animais. 

Os policiais "cantaram pneu" para tentar assustar os cães com o barulho, mas a estratégia não funcionou. Em seguida, um deles deu um tiro para o lado e foi então que os cachorros soltaram a senhora e partiram para cima do policiais. “A equipe chegou rapidamente arrastando o pneu da viatura para afastar os animais, mas não teve jeito. Desembarcamos e o parceiro teve que efetuar um disparo”, relatou Machado. 

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Neste momento, eles afirmam que "não tiveram outra opção" a não ser atirar nos animais, para que não fossem atacados. Os cachorros morreram no local. A mulher foi socorrida por uma ambulância do Siate, do Corpo de Bombeiros, e levada ao Hospital Cajuru. Ela teve ferimentos no rosto, mas não corre risco de morte. 

Os cachorros tinham fugido de uma residência. O dono estava em casa e foi preso em flagrante, encaminhado à Central de Flagrantes da Polícia Civil. Moradores do bairro afirmaram, em entrevista ao jornal Meio Dia Paraná , da RPC, que o dono costumava deixar os animais soltos na rua. 

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Os PMs alegam que atiraram para preservar sua própria integridade e a da senhora. Eles também afirmam que, se a vítima fosse uma criança, ela não estaria viva. Penter afirmou que há tristeza pela morte dos animais, mas que está alegre por ter "salvado a vida de um cidadão". "Estamos felizes em ajudar a senhora e, nesse caso específico, evitamos que uma tragédia ocorresse”, disse. A reportagem tentou contato com a corregedoria da PM do Paraná, mas não obteve resposta. 






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