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Reprodução/Twitter
Após ser atingido, menino foi levado ao hospital na Baixada Fluminense, porém não resistiu aos ferimentos da bala

Um menino de 12 anos de idade morreu baleado durante operação da Polícia Militar, no último sábado (16), na comunidade da Chatuba, em Mesquita, cidade da Baixada Fluminense. Kauan Peixoto foi atingido no abdômen, na perna e no pescoço, chegou a ser encaminhado para o Hospital Geral de Nova Iguaçu, mas não resistiu aos ferimentos.

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O caso aconteceu enquanto o menino visitava o pai, que morava na comunidade. Ele havia saído de casa com o irmão para comprar lanche em um bar próximo quando foi atingido. Em nota, a Polícia Militar disse que a vítima dos disparos de arma de fogo foi encontrada já baleada pelos agentes de segurança.

Porém, de acordo com a mãe da vítima, Luciana Pimenta, não havia sinais de tiroteio no local em que o menino foi atingido e ele ainda teria sido algemado e colocado dentro da viatura. “Foi uma situação horrível. Fui para o hospital porque me disseram que foi bala perdida, mas quando chego lá, vejo que meu filho levou três tiros. Bala perdida era para ser um tiro só”, contou.

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Kauan foi levado consciente ao hospital, onde passaria por cirurgia de emergência, porém não resistiu aos ferimentos. “Queremos Justiça. Fizeram uma covardia com meu filho!”, desabafou a mãe da criança, que passou mal ao ser informada que o filho estava no hospital.

Segundo a Polícia Militar , os agentes do 20º batalhão realizavam patrulhamento na rua em que o garoto morava por volta das 22h30 de sábado, quando foram atacados por criminosos. Durante a operação, a corporação ainda informou que foram apreendidas 288 trouxinhas de maconha, 235 pedras de crack, 362 cápsulas de cocaína, três rádios e R$ 98.

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Na noite de domingo (17), moradores da comunidade de Chatuba se juntaram para manifestar revolta pela morte do menino , queimando objetos e bloqueando uma das ruas da comunidade. O caso também repercutiu nas redes sociais entre os internautas que lamentavam o assassinato do menino e pediam por justiça.

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